Reprodução de um comentário / carta que fiz em resposta a um post-em-um-blog / entrevista-numa-revista. (apriveitando pra conçertar uns erinhos de portuguéz!)
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Prezado Professor Schwartzman
Gostaria de somar minha humilde voz discente à do professor Shellar. O comentário sobre a física de partículas foi infeliz. Um ponto geral deveria permanecer assim: geral. Especificar uma área de estudos qualquer, tachando seus praticantes de fracassados inúteis, seria de mau gosto mesmo se fosse verdade -- o que está longe de ser.
Existem diversos problemas nesta afirmação. Primeiro, é um absurdo resumir a pesquisa em física de partículas à realização de seus experimentos, alguns deles notoriamente custosos. Existe muito trabalho teórico que precisa ser feito para complementá-los, o que inclui tanto análise de resultados quanto a própria concepção de novos experimentos. Algo similar ocorre, por exemplo, na astronomia, que por vez ou outra também recebe semelhantes críticas injustas. Me espanta o senhor não ter inclusive criticado também esta área, ou mesmo criticado diretamente o estudo de matemática pura.
Como engenheiro eletricista especializado em computação, garanto ao senhor que os trabalhos realizados na área de física de partículas, e outras, estimulam sim o desenvolvimento da própria computação, como foi com a citada criação da WWW. Também podemos mencionar atualmente o projeto de computação distribuída sendo desenvolvido para atender ao LHC. Este e outros projetos por vezes bem menores podem e são freqüentemente aproveitados em outras áreas. E como disse o professor Shellar, esta sinergia não ocorre apenas com a computação.
Este desconhecimento da profundidade e extensão dos estudos tanto em física de partículas quanto em outras áreas deve ser fortemente combatido. Vimos recentemente uma lamentável campanha de difamação do programa espacial brasileiro, por exemplo. Me pergunto até que ponto todas estas críticas pseudo-científicas são apenas levemente influenciadas, se correlacionando com interesses políticos antagônicos, ou se são decorrências diretas, causadas não só com altíssimo índice de correlação linear mas dependência funcional completa e determinística.
Questiono veementemente todo esse desejo em transformar as universidades em produtores de patentes e em consultores de indústrias. Isto não quer dizer que prego algo diametralmente oposto, apoio sim que hajam interações, acoplamentos, correlações e causações mútuas. Mas é errado ter na produção industrial, ou mesmo nesta chamada "produção intelectual" -- lamentável invenção do mundo moderno, transformando o conhecimento em commodity -- um fim prioritário da atividade científica. Descobertas científicas não são sacos de farinha.
O mundo das patentes é recheado de pesquisas fúteis. Numerosas são as patentes que não trazem nada de novo. Isto inclui famosamente a indústria farmacêutica. Esta, aliás, merece nossa atenção aqui primeiro porque é muito comum ver um cientista, quando questionado sobre sua atividade, acabar precisando recorrer à criação de remédios para se justificar a contento. Saúde e longevidade são uma espécie de remédio infalível para justificar qualquer coisa. Se contribui para medicina, então algo é visto como bom, se não contribui, dispensável. Isto é lamentável...
A multi-bilionária indústria farmacêutica raramente produz novos conhecimentos científicos relevantes. A interação da indústria com o meio acadêmico também freqüentemente provoca desastres, como pesquisas fraudulentas e desperdício de recursos, sempre devido ao sentimento do "tudo pela patente". Mais do que isto, patentes são um instrumento extremamente mal-utilizado. Elas devem servir é para proteger o inventor, e permitir que este negocie com as indústrias, mas são utilizadas como instrumento para a apropriação de conhecimentos que poderiam perfeitamente, e deveriam ser tornados públicos. São vários os casos de tecnologias inovadoras que caem vítimas de patentes que as engessam, numa ominosa forma de especulação intelectual.
O verdadeiro espírito científico inclui o desejo em divulgar descobertas da forma mais ampla e rápida o possível. Era o espírito de Santos Dumont, que compartilhava suas descobertas, oposto ao dos controversos estadunidenses Wright que faziam pesquisas secretamente com intuito de "vender" (como se fosse algum tipo de mercadoria produzida como ouro, aço ou soja) conhecimentos aos militares para que estes os convertessem em instrumentos do imperialismo e opressão. Esta é a epítome da contraposição entre o que geralmente ocorre na ciência nossa, e na dos EUA, que ainda hoje se preocupa excessivamente em ajudar às forças armadas daquele país, e a "se dar bem" em geral. Isto se vê até mesmo na usualmente "liberal" Berkeley, que recentemente tem me surpreendido muito ao começar a colecionar decepções minhas -- não que isto tenha relevância ao universo. A correlação deste com minhas opiniões não é "estatisticamente significativa".
Termino citando um famoso parágrafo de Henri Poincaré de que gosto muito, do livro O Valor da Ciência:
La recherche de la vérité doit être le but de notre activité; c'est la seule fin qui soit digne d'elle. Sans doute nous devons d'abord nous efforcer de soulager les souffrances humaines, mais pourquoi? Ne pas souffrir, c'est un idéal négatif et qui serait plus sûrement atteint par l'anéantissement du monde. Si nous voulons de plus en plus affranchir l'homme des soucis matériels, c'est pour qu'il puisse employer sa liberté reconquise à l'étude et à la contemplation de la vérité.
A busca da verdade deve ser o objetivo de nossa atividade; é o único fim digno dela. Não há dúvida de que devemos nos esforçar por aliviar os sofrimentos humanos, mas por quê? Não sofrer é um ideal negativo que seria atingido mais seguramente com o aniquilamento do mundo. Se cada vez mais queremos libertar o homem das preocupações materiais, é para que ele possa empregar no estudo e na contemplação da verdade sua liberdade reconquistada.
Me perdoe se soei agressivo em algum ponto. Careci de tempo para apurar a qualidade desta carta. Pretendo apenas estimular um debate construtivo a respeito destas questões que muito me concernem... O que mais me preocupa é que nesta crise que se está detectando no ensino de disciplinas técnicas no Brasil, tenhamos que passar por esta dificuldade em justificá-las, quando ainda por cima já é tão difícil justificar por exemplo um bom número de disciplinas das ciências humanas, como a história, filosofia e literatura que tanto estimo.
2008/05/09
Sobre ciência e capitalismo
2008/04/24
The Race Question - Wikipedia, the free encyclopedia
The Race Question - Wikipedia, the free encyclopedia
É um equívoco querer fundamentar cientificamente o princípio moral de "dignidade, igualdade e respeito mútuo entre pessoas". A moral "vem de dentro", estes princípios não dependem da inexistência "cientificamente comprovada" de raças para serem seguidos. O uso de noções científicas para argumentar a favor disso é tão questionável quanto é para argumentar a favor do pensamento contrário: da "desigualdade, e desrespeito"...
Um tempo atrás o Lula falou num debate que existem métodos científicos pra determinar a raça de uma pessoa, e eu achei ruim, mas é verdade sim. É possível inventar utilizar um método "científico" pra isso. O método se tornaria imediatamente uma definição do que é essa tal raça, que é uma coisa que realmente pode ser definido de diferentes formas.
Não querer criar definições de raças (vejam bem como é flexível, não estou dizendo que existe uma única e verdadeira definição) para que não haja discriminação racial é algo muito ingênuo. Quer dizer que havendo, aí então tudo bem discriminar? De forma alguma, temos que ser mais robustos do que isto. Temos que rejeitar a discriminação apesar de diferenças que possam ser percebidas. E se um dia descobrirmos haverem não duas raças, mas duas espécies de animais inteligentes habitando a terra? Aí então vai surgir o conceito cientificamente definido, e aí discriminações legais de espécie, "especismo", vei ter fundamento? (notem que o termo especismo já é utilizado por defensores de direitos dos animais, não é piada minha.)
A um tempo atrás saiu uma entrevista muito boa sobre o assunto na revista da FAPESP, mas infelizmente esqueci o nome do entrevistado. Foi o que finalmente me fez mudar de idéia, depois da estranheza que senti naquele debate com o Lula. A propísito, apesar de algora concordar com ele, não sou muito a favor que se utilizem quaisquer "métodos científicos de comprovação de raça" para alocar recursos educacionais... Outros critérios, talvez.
O que precisa ser discutido é o quanto queremos que diferenças raciais, definidas como for, importem nas nossas vidas. O princípio de estado igual para cidadãos desiguais é "robusto" porque não se importa com o que a ciência possa dizer.
A ciência só tem as repostas, as perguntas vem antes...
Este link pra Wikipédia fala de um documento/manifesto da UNESCO, escrito à luz sombria da WWII, que entre outras coisas questiona "cientificamente" a existência de raças humanas, e foi contestado por alguns, principalmente por Fisher.
2008/02/23
Tentando ser legal na blogosfera brasileira
Desde o Campus Party, quando tomei contanto com todo o mundo da chamada “web 2.0” e a nouvelle vague da criação de blogs, comecei a sofrer de novo aquela sensação louca de querer ser famoso que acomete quem abre um blog novo, ou coisas do tipo (coisas como nascer). Por isso que tou finalmente buscando conhecer todos esses diggs e technoratis da vida.
Só agora também que comecei a conhecer os blogs brasileiros mais famosos do momento, tipo o interney.com.br e o meiobit.com.br... Fico aqui morrendo do inveja dos altos números de authority e comentários e acessos. Me sinto praticamente de volta à escola, e a diferença é que nesse mundo os populares também são “nerds”!! Acabou a associação nerd-micreiro e ser um looser desconhecido... E isso é difícil de lidar. Na escola era mais fácil pensar: "eu gosto de computadores e de ficção científica, e por isso não sou popular". Agora acabou isso cara...
Enfim, vou lendo e lendo “o que está pegando”, qual é o “buzz”, o plá. Pois afinal, quem nunca causou o buzz, quando causa se lambuzza.
E acaba que tou chegando à conclusão de coisas que todo mundo que já pensou nesses assuntos (“ficar famoso”) já sabe... Por exemplo, é difícil ficar famoso ou “causar o buzz” (como pronuncia isso mesmo? É “buts”? Igual pizza?) sendo só legal, elogiando todo mundo e concordando e sendo gentil... Tem diversas técnicas de atrair atenção, e nem todas envolvem ser uma pessoa joinha. Olha só os jornalistas e comentaristas brasileiros (e mundiais) sobre quem todo mundo tem, e é praticamente forçado a ter uma opinião sobre eles. Por exemplo, a trinca que se alternou na cadeirinha de “agitador” do Manhattan Connection: Paulo Francis, Arnaldo Jabor e Diogo Mainardi... O principal ingrediente do sucesso deles é sem dúvida terem falado mal de algumas pessoas lá de vez em quando, criando polêmica... (não digo que eles se resumam a isso)
Não é à toa que as famosas crianças que “querem só chamar a atenção” saem batendo e xingando, né? É porque é assim que as pessoas funcionam, só dão atenção pra gente chata. É um caminho em que eu quase andei no meu post ali sobre a
censura hacker no campus party, citando artigos de outras pessoas, e meio que criticando porque não falariam o que eu queria ler. O Manoel Netto do t3cnocracia (que “foi citado!” :) ) até deu as caras aqui depois. Mas minha intenção não era criticar ninguém!... Eu só queria dizer que não encontrei ninguém que falasse exatamente o que eu queria, e não que estas pessoas deviam ter escrito como eu queria... Mão sei se fui claro ao dizer isso.
Aliás, ser claro ao dizer algo é tido por muitos como uma necessidade ao redigir um blog, ou qualquer outra coisa “publicada”. Outra necessidade, que me cobram às vezes, é escrever coisas mais curtas e simples. Fazer textos fáceis de ler e compreender (e de abuzzar e monetizzar).
Ora. Será que não tem um pensamento um pouquinho simplificado nisso não? Vejam bem: claro que eu concordo que um texto jornalístico, ou outros tipos, devem ser curtos, simples, prazerosos e informativos. Infotainment na veia. Mas porque haveria de ser tudo assim?
E poesia é lá sempre pra ser fácil de entender? (Talvez no tempo dos sapos acadistas.) Romances acaso são sempre leituras de interpretação instantânea, e que falam apenas de questões agradáveis de que sempre gostamos de nos lembrar? Eu gosto de Достое́вский!! (Dostoiévski) Eu quero criar um blog dostoievsquiano!...
Os blogs (e outras ferramentas) tão aqui pra gente publicar o que quiser. Pode ser infotainment, podem ser informações úteis, dicas novas que te ajudam, ou não: comentários inúteis e manjados... Podem ser comentários profundos com insights antológicos, ou simplesmente posts comentando notícias manjadas do tipo “olha que legal isso que eu vi num post dum cara que viu num post dum cara que viu num jornal... ahauhauhahuauhua doido de mais manow, lê aew.”
Tem gente ainda que escreve diários, outras ainda produzem verborragias incontroladas, piores do que em diários, criando textos que nem elas mesmas pretendem ler novamente algum dia. Estes casos são interessantes, porque palavras escritas são sempre vistas como um convite à leitura, dão sempre a ilusão de que são mensagens que algum autor quer transmitir. Alguns leitores às vezes até se sentem ofendidos quando percebem tarde demais que se trata de um texto deste tipo, e se vê aprisionado numa armadilha textual!
Aí vem a mágica da dinâmica de populações. Se vc não gosta do conteúdo de alguém, vai evitar de ler, se gosta, vai voltar, vai dar digg, e sei lá o que... As pessoas deviam ter um pouco mais de consciência de como isso funciona, ser um pouco mais assertivas: ao invés de falar que você “não deve escrever de forma críptica e hermética”, só falar o que preferem ler: “você devia escrever mais infotainment!...”
Não temos nada que impedir que textos ruins ou desinteressantes sejam sequer criados. Existe espaço por aí pra todo mundo existir, e o Darwinismo editorial, separando os blogs mais aptos só vem depois!...
Um problema terrível em tentar ficar famoso, se vc não quiser, por exemplo, só ficar falando mal de pessoas, é tentar descobrir então o que a maioria das pessoas estaria interessada em ler... Tem pessoas que são talentos naturais, escrevem com naturalidade o que todos querem ler. Outros decidem que vão chegar lá de qualquer forma, e se esforçam pra conseguir produzir peças populares, se policiando para utilizar práticas indicadas e dicas e macetes de escrita.
Outros são perdedores convictos!... Pode até ser que sofram com a carência de afeto, mas “não querem se vender”. Eventualmente podem vir a querer mudar a própria audiência.
De repente é essa a minha onda. Porque eu não tenho uma certa visão do tipo de coisa que eu gosto de escrever e de ler, e vivo inconformado por seguir uma linha “impopular”...
Eu gosto de charadas, desafios, coisas intrigantes para estudar. Livros de matemática com problemas pra resolver. Bulas de remédio com palavras que nunca li na vida escritas com a maior naturalidade. Gosto de ler coisas escritas em línguas que desconheço completamente.
E gostando disso, eu tento contribuir. Eu gostaria que cada parágrafo que eu escrevesse na minha vida fosse uma pequena pedra de Roseta para os Champollions e Youngs do futuro!
É um desafio duplo, eu preciso ao mesmo tempo mudar minha escrita pra mais pessoas me ouvirem, e tentar convencer as pessoas de que elas precisam dar uma chance a ler coisas menos mastigadas!...
Não quero dizer que há um certo ou errado, mas apenas fazer esse pedido: dêem uma chance a pessoas que não escrevem estritamente coisas prazerosas de se ler!... Isso é uma postura muito hedonista, querer ler só coisas com forma e conteúdo agradáveis. O ruim também pode ter lugar nas nossas vidas, o obscuro o desagradável, o incômodo. Mas entenda que não estou falando do texto ruim, do texto mal-feito, estou falando de temáticas e formas de discurso diferentes do que se espera ouvir e ler se divertindo. As pessoas não se cansam de só se divertir???...
Quando as pessoas só pensam em escrever fácil e ler fácil, às vezes se prendem um pouco em apenas repetir o que já se ouviu por aí... Ou pior, o que já se ouviu nos Estados Unidos!... Quer dizer, não digo que é ruim ou bom, mas é só algo que deve ser sabido.
Acho que o motivo porque eu vou sempre sofrer, e nunca ter muita autoridade technorática, ou embarcar no ônibuzz da blogosfera, é que tenho umas teorias meio próprias e estranhas sobre alguns assuntos populares sobre os quais existem certas opiniões convencionais mais aceitas... Por exemplo, a questão da popularidade do Linux e de outros softwares livres.
Eu não entendo porque esses assuntos não andam!!... Pessoas sempre se preocupando em tentar entender porque os outros usam ou não usam Linux. 50 anos atrás era a mesma coisa com a calça jeans, bikini... Comunismo!... Sempre que aparece uma nova onda, o que o papa chama de “entregar-se a ideologias”, algumas pessoas que gostam daquilo sentem um pouco de vontade de querer obrigar todo mundo do mundo a gostar também, ou ao menos conhecer, ou só aceitar.
Até aí tudo bem, mas algumas destas pessoas sentem que elas realmente possuem o poder de mudar as coisas sozinhas, bastando querer fazer, e trabalhar o suficiente para isso. Sentem que elas realmente podem fazer TUDO. Ou sentem que os programadores do Linux e do GIMP podem fazer o qu eé preciso, e imputam responsabilidade apenas a eles em revolucionar o mundo. Mas não dá, pô! O último passo de tudo isso sempre vai ter que ser dado pelas pessoas sendo convencidas!... Uma hora os empolgados defensores das “ideologias” tem que saber que fizeram o possível, e aprender a ter paciência, e esperar o resto da população se convencer...
O prezado blogueiro (será que um dia vai ter “Rua Blogueiro Fulano”, igual tão fazendo hoje com jornalista já?) Alexandre Inagaki anda escrevendo sobre blogs, dizendo que “blog é liberdade”. Tem sua verdade, mas podemos ver isso tudo de vários lados... Como discuti acima, existem muitas restrições se vc quiser escrever algo que vai ser muito lido, e se você não for um talento natural que queria já de início escrever algo que ia atender a essas restrições. Agradar leitores é um problema milenar, que não vai mudar radicalmente com a chegada dos computadores e da Internet. Liberdade pra valer é escrever pra você mesmo!!... E muitas vezes isso nem é legal :) . E já dizia Christopher “Supetramp” Mccandless no recente filme Into the Wild (Na Natureza Selvagem)
A felicidade só é real se for comparilhada.
Agora uma outra face ainda da liberdade e dos blogs... Tem muito blog por aí em que as pessoas ficam falando sobre como tais e tais pessoas deviam agir assim ou assado. São discursos de pessoas querendo tirar a liberdade das outras!... Talvez a facilidade de publicação em larga escala possa iludir alguns, fazendo-os achar que é fácil mudar o mundo simplesmente falando o que todos deviam ou não fazer...
Eu só queria complementar: Blog é liberdade sim, da mesma forma como tudo envolvendo computadores... Eu sempre digo, “em informática pode tudo.”. Mas acima dos blogs tem as pessoas lendo e escrevendo eles, e em geral elas são umas chatas!! :)
